discipule de elymas magus
marius quitanam

(accommodatæ: helium magellanicum olivam)


Nescio cur subito ridere
Et os meum ad gustum stella ...
Cogito super vos de Deo,
vertit iter faciens in quorum ...
In Deus, in te iterum ...
Tua multitudo viscerum tuorum ita simplex ...
Volui ego nescio quare,
nox currere nudo per immensum
Et ad ventum,
prima luce mortui invenient me.
juxta fluvios irrigui,
Et capillum intincta liquidus aqua ...
Patet intincta cantantes aquam fluminis!


in: O aprendiz de feiticeiro
Mario Quintana


não sei por que, sorri de repente
E um gosto de estrela me veio na boca...
Eu penso em ti, em Deus, nas voltas inumeráveis
que fazem os caminhos...
Em Deus, em ti, de novo...
Tua ternura tão simples...
Eu queria, não sei por que, sair correndo descalço
pela noite imensa
E o vento da madrugada me encontraria morto junto de um arroio,
Com os cabelos e a fronte mergulhados na água límpida...
Mergulhados na água límpida, cantante e fresca de um arroio!